Amor? Me fino e
abro os pavilhões,
O amor é uma
prostituta reconvertida!
E por isso não
liro de amor
À luz matinal das
metáforas
Amor? Oh…
parafraseo o ódio que é certeza
Ou a metáfora
solitária das tristezas
Repartilhadas em
mil sazões
Falarei de amor
um dia
Quando a onda
material que convulsa corações
Carregar sua
tumba e ir-se aos abismos
Por que falar de
lendas e cindirelas
Dos sonhos em
ibernação?
(La fora há luz
que tamborila)
Não trovo amor
pelas deserdadas horas
Enquanto amor for
farsa de almas reclamando outras,
A mentira
domesticada.
01:05, 24.01.2013
Luna

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